NOS 200 ANOS DO NASCIMENTO DE VICTOR HUGO
VITOR HUGO: OS CLAROS-ESCUROS DE UMA BIOGRAFIA
"Exprimir a humanidade numa obra cíclica; pintá-la sob todos os seus aspectos, os quais se resumem num único e imenso movimento de ascensão para a luz: fazer aparecer numa espécie de espelho sombrio e claro essa grande figura una e múltipla, fatal e sagrada: o homem."
Esta "declaração de intenções" da Légende des siècles poderia resumir toda a obra deste autor, nascido há 200 anos. Vista na sua globalidade, ela parece hoje indicar-nos que Vítor Hugo nunca deixou de tentar aprofundar a questão do homem e da humanidade, na grandeza e miséria. E, fazendo-o, Vítor Hugo naturalmente estava a falar de si mesmo, das suas contradições e paradoxos. Mas sabia igualmente que o seu século, crente no progresso das idéias e das técnicas, era uma época em que o ser humano era posto à prova, diante dos seus limites. Por isso muitos souberam reconhecer em Vítor Hugo a figura tutelar de uma era - da França, que se desejava centro do mundo, da Europa que aparecia triunfante, e do Mundo que parecia então cada vez mais unido na busca de ideais comuns.
Vítor Hugo, figura admirável, exemplar, para muitos um verdadeiro génio, para outros uma herança demasiado pesada e excessiva: compararam-no ao Himalaia; chamaram-lhe "oceano" de versos; aos 26 anos tinha dez volumes de obras completas; três anos depois, concebia o projecto de 29 dramas; as suas obres completas totalizam cerca de doze mil páginas e abrangem todos os géneros literários da sua época; além disso, deixou milhares de desenhos, imagens alucinantes, muitas delas traçadas contra a pena de morte; segundo um dos seus biógrafos, seriam necessários 20 anos, e 14 horas por dia, para ler todas as obras que lhe foram consagradas e que estão depositadas na Biblioteca Nacional de Paris.
Foi um homem de paixões - pelas ideias, pelos grandes combates, pela glória, literária e política, pelas mulheres. A Juliette Drouet, uma paixão que durou 50 anos, escreveu um dia: "Tenho dois dias de nascimento, ambos em Fevereiro. Nasci da primeira vez nos braços da minha mãe, em 28 de Fevereiro de 1802, e da segunda vez para o amor, a 16 de Fevereiro de 1833, nos teus braços. O primeiro nascimento deu-me a luz, o segundo deu-me a chama." Tanto em vida como ao longo deste dois séculos, foi tão amado como detestado. Jean Cocteau, por exemplo, costumava dizer que "Vítor Hugo era um louco que julgava ser Vítor Hugo". Mas quando perguntaram a André Gide quem era o maior poeta francês, ele respondeu: "Vítor Hugo, ai de mim!" E Flaubert dizia: "Há pessoas perante as quais nos devemos inclinar e dizer-lhes, Depois de si, senhor. Vítor Hugo é um deles."
Mas hoje, quem o lê e que parte da sua imensa obra sobrevive realmente? Talvez se leia apenas Os Miseráveis e se conheça a história de Notre-Dame de Paris pelo cinema - os excessos verbais do romântico Hugo constituem uma digestão difícil para os leitores que são sobretudo consumidores de TV. Quanto ao resto de uma obra gigantesca, essa ficou apenas para os estudiosos da literatura, em França como noutros países.
Apesar de tudo, as comemorações do duplo centenário envolvem exposições, espectáculos, conferências, a publicação de numerosas biografias, sem esquecer o indispensável merchandising, celebrando a grande figura de republicano, o homem inspirado, o "profeta" de uma Europa unida e de uma desejada e futura paz universal, o humanista que se bateu contra a exploração dos pobres e contra a pena de morte, contra os tiranos e os privilegiados, o orador de espantosos discursos radicais.
Vítor Hugo foi tudo isso e também o seu contrário - o celebrante do progresso científico foi igualmente frequentador de sessões de espiritismo; o "pai da república" assistiu em Reims à sagração de Carlos X e desejou ser conselheiro de príncipe, sob Luis Filipe; foi visconde e par de França, deputado e senador, liberal e poeta revolucionário; sofreu com o exílio e sonhou com as honrarias do poder e do público; foi legitimista, liberal, orleanista, bonapartista e depois republicano; foi um homem rico mas avarento; um crente fervoroso em Deus mas um feroz anticlerical, que recusou as orações da Igreja mesmo na hora da morte.
Como ficar imune aos apelos do destino e aos acontecimentos de uma época tão perturbada nos seus acontecimentos históricos? Os primeiros anos de vida do pequeno Vítor sofreram as andanças do pai, oficial do exército, de guarnição em guarnição. Os sabres, os uniformes, o heroísmo das batalhas, que ouviu contar, marcaram para sempre a memória do futuro poeta e romancista. Mas também as reviravoltas da fortuna: ontem a glória, hoje a pobreza e o exílio. Vítor Hugo viu a sua vida, desde o seu início, ligada ao curso da História: antes de completar 20 anos conheceu três regimes, viu os cossacos nas margens do Sena e a França em declínio. Um cenário que favorecia as maiores paixões românticas. Na poesia, no teatro, no romance, naturalmente. E ele tinha talento bastante para todas essas expressões, sempre dramáticas. Drama, também presente na vida privada: Adèle, a prima, com quem casa aos 20 anos, e com quem vive um amor tranquilo, cede ao assédio de Sainte-Beuve; a filha Léopoldine morre afogada aos 15 anos (e todos os anos, no aniversário da morte, o pai Hugo escreve-lhe um poema); Adèle, a segunda filha, mergulha na depressão; Charles, o primeiro filho, morre em 1871; François-Victor, o segundo, em 1873...
De todas estas dores, mas igualmente das conquistas e dos sonhos concretizados ou por realizar, ele construiu a sua obra. No seu testamento, em que doava 50 mil francos aos pobres, deixou registado que recusava "a oração de todas as igrejas" mas pedia "uma oração a todas as almas". "Creio em Deus. Vítor Hugo." As últimas palavras foram para a neta: "Adeus, Jeanne." Antes de depositarem o seu corpo no Panteão Nacional, ergueram-lhe um majestoso catafalco sob o Arco do Triunfo. Aí acorreu um, talvez dois milhões de franceses, não apenas os parisienses. Vítor Hugo tornava-se ele próprio uma legenda do século XIX - para os séculos seguintes.
ANTÓNIO CARVALHO, In “Diário de Notícias”, no dia 24 de Fevereiro de 2002
Esta "declaração de intenções" da Légende des siècles poderia resumir toda a obra deste autor, nascido há 200 anos. Vista na sua globalidade, ela parece hoje indicar-nos que Vítor Hugo nunca deixou de tentar aprofundar a questão do homem e da humanidade, na grandeza e miséria. E, fazendo-o, Vítor Hugo naturalmente estava a falar de si mesmo, das suas contradições e paradoxos. Mas sabia igualmente que o seu século, crente no progresso das idéias e das técnicas, era uma época em que o ser humano era posto à prova, diante dos seus limites. Por isso muitos souberam reconhecer em Vítor Hugo a figura tutelar de uma era - da França, que se desejava centro do mundo, da Europa que aparecia triunfante, e do Mundo que parecia então cada vez mais unido na busca de ideais comuns.
Vítor Hugo, figura admirável, exemplar, para muitos um verdadeiro génio, para outros uma herança demasiado pesada e excessiva: compararam-no ao Himalaia; chamaram-lhe "oceano" de versos; aos 26 anos tinha dez volumes de obras completas; três anos depois, concebia o projecto de 29 dramas; as suas obres completas totalizam cerca de doze mil páginas e abrangem todos os géneros literários da sua época; além disso, deixou milhares de desenhos, imagens alucinantes, muitas delas traçadas contra a pena de morte; segundo um dos seus biógrafos, seriam necessários 20 anos, e 14 horas por dia, para ler todas as obras que lhe foram consagradas e que estão depositadas na Biblioteca Nacional de Paris.
Foi um homem de paixões - pelas ideias, pelos grandes combates, pela glória, literária e política, pelas mulheres. A Juliette Drouet, uma paixão que durou 50 anos, escreveu um dia: "Tenho dois dias de nascimento, ambos em Fevereiro. Nasci da primeira vez nos braços da minha mãe, em 28 de Fevereiro de 1802, e da segunda vez para o amor, a 16 de Fevereiro de 1833, nos teus braços. O primeiro nascimento deu-me a luz, o segundo deu-me a chama." Tanto em vida como ao longo deste dois séculos, foi tão amado como detestado. Jean Cocteau, por exemplo, costumava dizer que "Vítor Hugo era um louco que julgava ser Vítor Hugo". Mas quando perguntaram a André Gide quem era o maior poeta francês, ele respondeu: "Vítor Hugo, ai de mim!" E Flaubert dizia: "Há pessoas perante as quais nos devemos inclinar e dizer-lhes, Depois de si, senhor. Vítor Hugo é um deles."
Mas hoje, quem o lê e que parte da sua imensa obra sobrevive realmente? Talvez se leia apenas Os Miseráveis e se conheça a história de Notre-Dame de Paris pelo cinema - os excessos verbais do romântico Hugo constituem uma digestão difícil para os leitores que são sobretudo consumidores de TV. Quanto ao resto de uma obra gigantesca, essa ficou apenas para os estudiosos da literatura, em França como noutros países.
Apesar de tudo, as comemorações do duplo centenário envolvem exposições, espectáculos, conferências, a publicação de numerosas biografias, sem esquecer o indispensável merchandising, celebrando a grande figura de republicano, o homem inspirado, o "profeta" de uma Europa unida e de uma desejada e futura paz universal, o humanista que se bateu contra a exploração dos pobres e contra a pena de morte, contra os tiranos e os privilegiados, o orador de espantosos discursos radicais.
Vítor Hugo foi tudo isso e também o seu contrário - o celebrante do progresso científico foi igualmente frequentador de sessões de espiritismo; o "pai da república" assistiu em Reims à sagração de Carlos X e desejou ser conselheiro de príncipe, sob Luis Filipe; foi visconde e par de França, deputado e senador, liberal e poeta revolucionário; sofreu com o exílio e sonhou com as honrarias do poder e do público; foi legitimista, liberal, orleanista, bonapartista e depois republicano; foi um homem rico mas avarento; um crente fervoroso em Deus mas um feroz anticlerical, que recusou as orações da Igreja mesmo na hora da morte.
Como ficar imune aos apelos do destino e aos acontecimentos de uma época tão perturbada nos seus acontecimentos históricos? Os primeiros anos de vida do pequeno Vítor sofreram as andanças do pai, oficial do exército, de guarnição em guarnição. Os sabres, os uniformes, o heroísmo das batalhas, que ouviu contar, marcaram para sempre a memória do futuro poeta e romancista. Mas também as reviravoltas da fortuna: ontem a glória, hoje a pobreza e o exílio. Vítor Hugo viu a sua vida, desde o seu início, ligada ao curso da História: antes de completar 20 anos conheceu três regimes, viu os cossacos nas margens do Sena e a França em declínio. Um cenário que favorecia as maiores paixões românticas. Na poesia, no teatro, no romance, naturalmente. E ele tinha talento bastante para todas essas expressões, sempre dramáticas. Drama, também presente na vida privada: Adèle, a prima, com quem casa aos 20 anos, e com quem vive um amor tranquilo, cede ao assédio de Sainte-Beuve; a filha Léopoldine morre afogada aos 15 anos (e todos os anos, no aniversário da morte, o pai Hugo escreve-lhe um poema); Adèle, a segunda filha, mergulha na depressão; Charles, o primeiro filho, morre em 1871; François-Victor, o segundo, em 1873...
De todas estas dores, mas igualmente das conquistas e dos sonhos concretizados ou por realizar, ele construiu a sua obra. No seu testamento, em que doava 50 mil francos aos pobres, deixou registado que recusava "a oração de todas as igrejas" mas pedia "uma oração a todas as almas". "Creio em Deus. Vítor Hugo." As últimas palavras foram para a neta: "Adeus, Jeanne." Antes de depositarem o seu corpo no Panteão Nacional, ergueram-lhe um majestoso catafalco sob o Arco do Triunfo. Aí acorreu um, talvez dois milhões de franceses, não apenas os parisienses. Vítor Hugo tornava-se ele próprio uma legenda do século XIX - para os séculos seguintes.
ANTÓNIO CARVALHO, In “Diário de Notícias”, no dia 24 de Fevereiro de 2002
1802. 26 de Fevereiro: em Besançon, França, nasce Victor Marie, terceiro filho de Léopold e Sophie Hugo.
1819. Obtém o Lírio de Ouro nos jogos florais de Toulouse.
1821. Morte da mãe.
1822-24. Publicação das Odes et poésies diverses. Casa-se com Adèle Foucher. Han d'Islande, Nouvelles odes. Nasce a filha Léopoldine.
1826. Odes et ballades. Nasce o filho Charles.
1827. L'Ode à la colonne de la place Vendöme e a peça Cromwell, cujo prefácio constitui um manifesto do novo romantismo.
1828. Morte do pai. Nasce o filho François-Victor.
1829. Les Orientales, Le Dernier jour d'un condamné e Marion de Lorme.
1830. Polémica entre clássicos e românticos a propósito da peça Hernani. Nasce filha Adèle.
1831. Notre-Dame de Paris e Les Feuilles d'automne.
1832-41. Le Roi s'amuse, Lucrèce Borgia e Marie Tudor. Início da ligação com a actriz Juliette Drouet (durará 50 anos). Claude Gueux, Les Chants du crépuscule, Les Voix intérieures, Les Rayons et les nombres, Le Retour de l'Empereur. Eleito para a Academia Francesa.
1843. Morre a filha Léopoldine.
1845-50. Nomeado par de França, reclama o fim do exílio dos Bonaparte.Eleito deputado em Paris, na lista dos conservadores, deputado à Assembleia Legislativa e aproximação à esquerda. Discursa sobre o tema "A miséria". Preside ao Congresso Internacional da Paz.Discursos sobre a liberdade de ensino, liberdade de imprensa e sufrágio universal. Alinha na esquerda da Assembleia. Intensa produção de desenhos.
1851-70. Visita a população miserável de Lille. Discursa contra a revisão da Constituição. Os dois filhos são presos por delito de imprensa. Tenta organizar a resistênca ao golpe de Estado de Luís Napoleão Bonaparte; exila-se sucessivamente em Bruxelas, Jersey e Guernesey. Panfleto: Napoléon le Petit.Escritos políticos e Châtiments. Escreve Les Misérables, publicado em 1862. Início das sessões de espiritismo em Jersey. Recusa amnistia de Napoleão III. William Shakespeare, Les Chansons des rues e de bois, Les Travailleurs de la mer. Escreve Paris, introdução ao Paris-Guide da Exposição Universal. La Voix de Guernesey. Adèle morre em Bruxelas. Os filhos fundam Le Rappel, jornal da oposição. Romance: L'Homme qui rit. Com a Proclamação da República, regressa triunfalmente a França.
1871-82. Eleito deputado por Paris. Demite-se da Assembleia em Bordéus. Morte brutal do filho Charles. Reside em Bruxelas. Expulso por ter dado asilo a homens da Comuna, passa para o Luxemburgo e regressa depois a Paris. A filha Adèle é internada em Saint-Mandée. L'Année terrible.Morte do filho François-Victor. Quatrevingt-treize.Eleito senadorde Paris. Bate-se pela amnistia dos homens da Comuna. L'Art d'être grand-père e Histoire d'un crime. Le Pape. Congestão cerebral. La Pitié suprême, Réligions et réligion, L'Âne. Homenagem popular nos 80 anos. Les Quatre vents de l'esprit. Reeleito senador. Torquemada.
1885. 22 de Maio: Morte de Vítor Hugo. Funerais nacionais a 1 de Junho, acompanhados por uma imensa multidão de franceses.
ANTÓNIO CARVALHO, in “Diário de Notícias”, no dia 24 de Fevereiro de 2002
1819. Obtém o Lírio de Ouro nos jogos florais de Toulouse.
1821. Morte da mãe.
1822-24. Publicação das Odes et poésies diverses. Casa-se com Adèle Foucher. Han d'Islande, Nouvelles odes. Nasce a filha Léopoldine.
1826. Odes et ballades. Nasce o filho Charles.
1827. L'Ode à la colonne de la place Vendöme e a peça Cromwell, cujo prefácio constitui um manifesto do novo romantismo.
1828. Morte do pai. Nasce o filho François-Victor.
1829. Les Orientales, Le Dernier jour d'un condamné e Marion de Lorme.
1830. Polémica entre clássicos e românticos a propósito da peça Hernani. Nasce filha Adèle.
1831. Notre-Dame de Paris e Les Feuilles d'automne.
1832-41. Le Roi s'amuse, Lucrèce Borgia e Marie Tudor. Início da ligação com a actriz Juliette Drouet (durará 50 anos). Claude Gueux, Les Chants du crépuscule, Les Voix intérieures, Les Rayons et les nombres, Le Retour de l'Empereur. Eleito para a Academia Francesa.
1843. Morre a filha Léopoldine.
1845-50. Nomeado par de França, reclama o fim do exílio dos Bonaparte.Eleito deputado em Paris, na lista dos conservadores, deputado à Assembleia Legislativa e aproximação à esquerda. Discursa sobre o tema "A miséria". Preside ao Congresso Internacional da Paz.Discursos sobre a liberdade de ensino, liberdade de imprensa e sufrágio universal. Alinha na esquerda da Assembleia. Intensa produção de desenhos.
1851-70. Visita a população miserável de Lille. Discursa contra a revisão da Constituição. Os dois filhos são presos por delito de imprensa. Tenta organizar a resistênca ao golpe de Estado de Luís Napoleão Bonaparte; exila-se sucessivamente em Bruxelas, Jersey e Guernesey. Panfleto: Napoléon le Petit.Escritos políticos e Châtiments. Escreve Les Misérables, publicado em 1862. Início das sessões de espiritismo em Jersey. Recusa amnistia de Napoleão III. William Shakespeare, Les Chansons des rues e de bois, Les Travailleurs de la mer. Escreve Paris, introdução ao Paris-Guide da Exposição Universal. La Voix de Guernesey. Adèle morre em Bruxelas. Os filhos fundam Le Rappel, jornal da oposição. Romance: L'Homme qui rit. Com a Proclamação da República, regressa triunfalmente a França.
1871-82. Eleito deputado por Paris. Demite-se da Assembleia em Bordéus. Morte brutal do filho Charles. Reside em Bruxelas. Expulso por ter dado asilo a homens da Comuna, passa para o Luxemburgo e regressa depois a Paris. A filha Adèle é internada em Saint-Mandée. L'Année terrible.Morte do filho François-Victor. Quatrevingt-treize.Eleito senadorde Paris. Bate-se pela amnistia dos homens da Comuna. L'Art d'être grand-père e Histoire d'un crime. Le Pape. Congestão cerebral. La Pitié suprême, Réligions et réligion, L'Âne. Homenagem popular nos 80 anos. Les Quatre vents de l'esprit. Reeleito senador. Torquemada.
1885. 22 de Maio: Morte de Vítor Hugo. Funerais nacionais a 1 de Junho, acompanhados por uma imensa multidão de franceses.
ANTÓNIO CARVALHO, in “Diário de Notícias”, no dia 24 de Fevereiro de 2002
OBRAS DE VICTOR HUGO
1819 - LES DESTINS DE LA VENDEE, ODE
1820 - LE GENIE.
- LA MORT DU DUC DE BERRY.
- LA NAISSANCE DU DUC DE BORDEAUX
1821 - ODES
1822 - BONAPARTE.
- MOÏSE SUR LE NIL
1823 - HAN D' ISLANDE, 4 VOL.
1825 - LE SACRE DE CHARLES X
1826 - BUG-JARGAL
1826 - ODES ET BALLADES, 2 VOL.
1827 - À LA COLONNE DE LA PLACE VENDOME
1827 - CROMWELL
1829 - HERNANI
1829 - LE DERNIER JOUR D'UN CONDAMNE.
- CLAUDE GUEUX
1829 - LES ORIENTALES
1830 - L'AUMONE
1831 - LES FEUILLES D'AUTOMNE
1831 - MARION DELORME
1831 - NOTRE-DAME DE PARIS
1832 - LE ROI S'AMUSE
1832 - LUCRECE BORGIA.
- MARIE TUDOR
1834 - CLAUDE GUEUX
1834 - ÉTUDE SUR MIRABEAU.
- LITTERATURE ET PHILOSOPHIE MELEES, 2 VOL.
1835 - ANGELO
1835 - LES CHANTS DU CREPUSCULE
1836 - LA ESMERALDA
1837 - LES VOIX INTERIEURES
1838 - RUY-BLAS
1840 - LES RAYONS ET LES OMBRES.
- LE RETOUR DE L'EMPEREUR
1842 - LE RHIN, 2 VOL.
1843 - LES BURGRAVES
1851 - TREIZE DISCOURS
1852 - NAPOLEON LE PETIT
1853 - LES CHATIMENTS
1853 - ŒUVRES ORATOIRES ET DISCOURS DE L'EXIL, BRUXELLES
1855 - LE BEAU PECOPIN ET LA BELLE BAULDOUR
1856 - LES CONTEMPLATIONS, 2 VOL.
1859 - LA LEGENDE DES SIECLES, 2 VOL.
1861 - JOHN BROWN
1862 - LES ENFANTS
1862 - LES MISERABLES, 10 VOL.
1864 - WILLIAM SHAKESPEARE
1865 - LA CHANSON DES RUES ET DES BOIS
1866 - LES TRAVAILLEURS DE LA MER
1867 - PARIS
1868 - LE CHRIST DU VATICAN
1869 - L'HOMME QUI RIT, 2 VOL.
1872 - L'ANNEE TERRIBLE
1873 - LA LIBERATION DU TERRITOIRE
1874 - MES FILS
1874 - QUATRE-VING-TREIZE, 3 VOL.
1875 - ACTES ET PAROLES
1877 - L'ART D'ETRE GRAND PERE.
- LE LIVRE DES ENFANTS
1877 - L'EXPIATION. HISTOIRE D'UN CRIME
1878 - DISCOURS POUR VOLTAIRE.
- LE DOMAINE PUBLIC PAYANT
1878 - LE PAPE
1879 - LA PITIE SUPREME
1880 - L'ANE. RELIGION ET RELIGIONS
1881 - LES QUATRE VENTS DE L'ESPRIT
1882 - TORQUEMADA
1883 - L'ARCHIPEL DE LA MANCHE
REALISTAS E ANIMADOS
Em boa verdade, não creio que exista um género "Vítor Hugo" no cinema. A imponência do escritor não se traduz num corpo de títulos minimamente coerente, nem sequer numa imagem de marca tão forte ou tão singularmente cinematográfica como podem ser, por exemplo, Tarzan, ou James Bond. Há uma razão, óbvia e paradoxal, para que tal aconteça. De facto, os livros de Vítor Hugo são dos mais frequentemente adaptados ao cinema, sendo possível, desde o período mudo à actualidade, encontrar mais de sete dezenas de produções. Este número aproxima-se da centena, se incluirmos as adaptações televisivas, a mais recente das quais, a minissérie francesa Les Misérables (2000), dirigida por Josée Dayan, com Gérard Depardieu no papel de Jean Valjean, pode servir de bom (mau) exemplo do modo como as maiores mediocridades audiovisuais tentam caucionar-se através dos clássicos da literatura.
Do realismo à fantasia, a diversidade justifica que digamos que, em última instância, o cinema passou a inspirar-se menos na obra de Vítor Hugo e a servir mais como veículo de um imaginário que essa mesma obra enquadra.
E bastará citar o caso exemplar da adaptação de O Corcunda de Notre-Dame, lançada pelos Estúdios Disney, em 1996. Sob direcção de Gary Trousdale e Kirk Wise (os mesmos que, cinco anos antes, tinham assinado o emblemático A Bela e o Monstro), o filme foi muitas vezes avaliado a partir das suas muitas infidelidades ao "espírito" e à "letra" da obra original. Seria, talvez, inevitável. Em todo o caso, a verdadeira identidade de um espectáculo como este está muito para além de qualquer "transcrição" literária, nascendo antes de um cruzamento festivo de referências que vão desde a tradição do desenho animado até ao musical da Broadway e do West End londrino (com marcas inevitáveis de Les Misérables, de Alain Boublil e Claude-Michel Schonberg). Recriado por obra e graça do desenho animado, não deixa de ser curioso recordar que O Corcunda de Notre-Dame é, justamente, uma das obras de Vítor Hugo que deram origem a algumas das mais célebres versões cinematográficas. E desde os tempos mais remotos: a lendária Theda Bara foi Esmeralda em The Darling of Paris, um título de 1916. Três dos mais intensos, e também mais populares, Quasímodos pertenceram a Lon Chaney (com direcção de Wallace Worsley, 1923), Charles Laughton (William Dieterle, 1939) e Anthony Quinn (Jean Delannoy, 1956): os dois primeiros, provenientes de Hollywood; o terceiro, uma co-produção de França e Itália.
Entretanto, a personagem de Jean Valjean tem servido de veículo a alguns dos mais conhecidos actores franceses de todas as épocas, desde Harry Baur (Raymon Bernard, 1934) a Jean-Paul Belmondo (Claude Lelouch, 1994, uma penosa "modernização" da intriga), passando por Jean Gabin (Jean-Paul Le Chanois, 1958) e Lino Ventura (Robert Hossein, 1982). Provavelmente, a mais notável versão de Les Misérables continua a ser a americana de 1935, com Fredric March e Charles Laughton. Trata-se de uma realização de Richard Boleslawski, cineasta americano de origem polaca com uma formação teatral muito ligada a Stanislavski. Entre outras notáveis contribuições, esse é um filme fotografado por Gregg Toland, o mesmo que, seis anos mais tarde, faria O Mundo a Seus Pés, com Orson Welles. Et pour cause...
JOÃO LOPES, in “Diário de Notícias”, no dia 24 de Fevereiro de 2002
VICTOR HUGO NO CINEMAPerante a riqueza e a variedade da obra de Victor Hugo é fácil imaginar como o cinema se lançou numa luxuriante e fecunda série de adaptações. Ainda mais se tivermos em conta que um romance como Os Miseráveis detém sem dúvida, depois de Os três Mosqueteiros, e o Conde de Monte Cristo, o recorde de adaptações ao cinema. Mas isso não é tudo. É apenas a ponta do iceberg!
Comecemos por alguns números : é fiável ... Contemos desde 1905 e até 1988 qualquer coisa como a módica quantia de umas cinquenta adaptações, entre romances e teatro (mas regressaremos a este último). Podemos continuar até 1999, se acrescentarmos uma quinzena de telefilmes. E mais uma dúzia se considerarmos a dupla Hugo + Verdi (Hernani, Rigoletto, ou seja, Le Roi s’amuse). E, se quisermos ser mais papistas do que o Papa, podemos ainda responsabilizar o romancista pela dúzia de filmes inspirados em Lucrécia Borgia. Em resumo, a pouca distância ficaremos da centena…
Continuemos com um pequeno circuito geográfico : a França é detentora do recorde de adaptações (19), à frente dos Estados Unidos (13). A uma boa distância, a Itália (4), sem contar com os filmes adaptados de Verdi), a Inglaterra (1) e a Rússia (1). Surpresa: o Japão (2), a Índia (1), o Egipto (1) e o México (1) também se interessaram por Hugo.
Continuando impelidos por um gosto perverso pelos números, poderemos verificar que o cinema mudo, com cerca de vinte adaptações, está praticamente empatado com o sonoro (menos de trinta, não incluindo a televisão).
Mas não nos deixemos iludir pelos números : neste conjunto, Os Miseráveis, com cerca de vinte adaptações (mais três telefilmes) fica com a fatia maior, muito à frente de Notre Dame de Paris (dez adaptações e um telefilme).
Os restantes romances, em conjunto, não chegam a atingir este último número : três adaptações de O Homem que ri, duas de Travailleurs de la mer e uma de Quatre-Vingt-Treize.
Relativamente ao teatro, a coisa é mais complexa : temos de distinguir entre a peça filmada (o que é o caso da maioria das adaptações televisivas) e um filme que é mais do que uma simples imitação. Nem sempre é fácil e o resultado toca frequentemente o arbitrário. Ruy Blas tem a dianteira com cinco adaptações, seguido de Marion de Lorme (2), Hernani (1), Marie Tudor (1). Recusamo-nos a fazer a distinção entre Le Roi s’amuse e Rigoletto (apesar das sete adaptações da ópera de Verdi). Da mesma forma, não atribuiremos aqui à autoria de Hugo a dúzia de filmes (sem contar com alguns eróticos) inspirados nas aventuras da bela e cruel Lucrecia Bórgia.
Tudo começa com duas mulheres ; em 1905, Alice Guy filma Esmeralda com um título homónimo. Continuamos, dois anos mais tarde, com O Caminhante (ou O Vagabundo), uma produção da Pathé onde se vê Jean Valjean roubar Monsenhor Myriel. A partir de 1909, os Estados Unidos aceitam o desafio e James Stuart Blacktton realiza Ruy Blas, seguido, em 1910, da primeira versão americana de Os Miseráveis tendo por título O Condenado das Galés. Os anos 1910 serão, em França, os anos Capellani. O profícuo cineasta (1870-1931), como bom adorador de Hugo que parece ser, realiza uns atrás dos outros: Hernani (1910), que se mantém até hoje a única adaptação, Notre Dame de Paris (1911) e, imaginem só, no ano de 1912 : Les Misérables, Manon de Lorme, Marie Tudor. Atira-se com denodo a Quatre-Vingt-Treize em 1914, filme maldito, proibido pela censura durante a guerra, só visível em 1921 e co-assinado por André Antoine que tinha realizado em 1918 a única versão “clássica” de Travailleurs de la mer.
Entre o corcunda de Notre Dame e o condenado às galés dos esgotos, entre a cigana perseguida e a criança mártir, a cronologia impõe-nos, portanto que comecemos pelo romance medieval. Cada realizador hesita entre Esmeralda e Quasimodo. Gordon Edwards dá à primeira, em 1916, os traços de Theda Bara, a primeira "vamp" do cinema. William Dieterle, em 1939, os da esplendorosa Maureen O'Hara e Jean Delannoy as formas generosas de Gina Lollobrigida, em 1956. Lon Chaney (com Wallace Worsley, em 1923), Anthony Quinn (com Jean Delannoy) foram Quasimodo como Hugo teria gostado, entre o grotesco e o sublime.
E que dizer dos Jean Valjean: um actor de western (Frank Lloyd, 1918), Gabriel Gabrio, um "mau" do cinema francês dos anos 1930 (Henri Fescourt, 1925), Frédéric March, habitual em papeis heróicos (Richard Bleslawski, 1935), Gino Cervi, um lenhador transalpino (Riccardo Freda, 1947). E depois o trio francês, Harry Baur (Raymond Bernard, 1934), Jean Gabin (Jean-Paul Le Chanois, 1958), Lino Ventura (Robert Hossein, 1982).
No capítulo das curiosidades, uma adaptação russa do episódio das barricadas (Gavroche, T. Loukachevitch, 1937), uma acção transposta para o Egipto nos anos 1940 (Kamal Selim, 1944), o grande actor japonês Sessue Hayakawa incarna um Valjean em quimono (D. Ito et M. Makino, 1949), sem esquecer um improvável Belmondo numa versão não menos improvável modernizada de Claude Lelouch (1994).
Quanto ao resto, o balanço é fraco, entre filmes mudos impossíveis de serem vistos e o teatro filmado. No entanto, podemos destacar Ruy Blas de Pierre Billon (1947), numa adaptação de Jean Cocteau. Belo filme de capa e espada com um Jean Marais de falas empolgantes e espada desembaínhada, " verme apaixonado" pela estrela Danielle Darrieux. Alguns poderão preferir a dupla irresistível formada por De Funès e Montand em A Mania das Grandezas, um pastiche magnífico de Gérard Oury (1971). Não podemos, no entanto, esquecer – embora na verdade esteja um pouco longe de Hugo – o Don César de Bazan de Riccardo Freda (1942).
Será que vamos terminar com a televisão? Os maiores tocaram levemente em Hugo: Claude Barma (em 1965 e em 1972) com Ruy Blas, Raymond Rouleau (em 1976) com Hernani, Marcel Bluwal (em 1972) com Les Misérables. E que dizer da Lucrécia Borgia d'Abel Gance (1966) se não que ela se assemelha muito à sua Lucrécia Borgia de 1935 : ou seja, a grande distância de Hugo?
É claro que podemos levar a coisa aos extremos se referirmos Disney (O Corcunda de Notre Dame, 1996) ou rirmos violentamente com Patrick Timsit (Quasimodo d'El Paris, 1998). Mas se for para brincar, então escolhamos Rigoletto, na versão Carmine Gallone (1946) com um sumptuoso Tito Gobbi. E se for para chorar, debrucemo-nos sobre o último Hugo apresentado em écran, mas um écran bem pequeno : a lamentável adaptação de Os Miseráveis feita por José Dayan. Estamos no nosso direito de preferir à teleasta bulímica de Hugo e de Dumas a pioneira do cinema que foi, em 1905, Alice Guy.
CLAUDE AZIZA, por ocasião do “Ciclo Victor Hugo” em Janeiro 2002.
Claude Aziza é historiador, escritor, professor universitário, colaborador do Canal+ e da Enciclopédia Larousse e ainda responsável do Departamento Mediação Cultural da Universidade Sorbonne Nouvelle. Tendo publicado crónicas em diversos jornais como o Le Monde.

VICTOR HUGO NO CINEMA
FILMOGRAFIA
Obras audiovisuais, cinema e vídeo, retiradas de títulos de Victor Hugo
1905 – ESMERALDA (NOTRE-DAME DE PARIS)
Realização: Alice Guy (França)
Intérpretes: Denise Becker (Esmeralda), Henry Vorins (Quasimodo), etc.
10 minutos.
1907 - SUR LA BARRICADE (Les Misérables) (FR, 1907)
Realização: atribuida a Alice Guy (França)
4 minutos.
1909 – THE DUKE'S JESTER OR A FOOL'S REVENGE (LE ROI S'AMUSE)
Realização: J. Stuart Blackton (EUA)
Intérpretes: Maurice Costello, William Humphrey, etc.
1909 – A FOOL'S REVENGE (LE ROI S'AMUSE)
Realização: D.W. Griffith (EUA)
Intérpretes: Linda Arvidson, John Compson, Florence Lawrence, Marion Leonard, Fred Mace, Owen Moore, Vivien Prescott, Mack Sennett, etc.
11 minutos.
1909 – LES MISERABLES
Realização: J. Stuart Blackton (EUA)
Intérpretes: William V. Ranous (Javert), Maurice Costello (Jean Valjean), Hazel Neason, etc.
1909 – RUY BLAS
Realização: J. Stuart Blackton (EUA)
Intérpretes: William Humphrey, Maurice Costello, Julia Arthur, John G. Adolfi, etc.
1911 - NOTRE-DAME DE PARIS
Realização: Albert Capellani (França)
Intérpretes: Henry Krauss (Quasimodo), Paul Capellani, Claude Garry (Frollo), René Alexandre (Phoebus), Stacia Napierkowska (Esmeralda)
45 minutos.
1912 – LES MISERABLES
Realização: Albert Capellani (França)
Intérpretes: Henry Krauss, Henri Étiévant, Mistinguett, Maria Ventura, Jean Angelo, Léon Belières, Léon Bernard, Maria Fromet, Gabriel de Gravone, etc.
378 minutos (1ª e 2ª época: 88’ x 2); (3ª e 4ª época:101’ x 2)
1915 – DON CAESAR DE BAZAN (RUY BLAS)
Realização: Robert G. Vignola (EUA)
Intérpretes: Lawson Butt (Don Caesar de Bazan), Alice Hollister (Maritana), Helen Lindroth, John Mackin, Harry F. Millarde, Stockton Quincy, James B. Ross, Mary Ross, Robert Walker, etc.
1917 – THE DARLING OF PARIS
Realização: J. Gordon Edwards (EUA)
Intérpretes: Theda Bara (Esmaralda), Glen White (Quasimodo), Walter Law (Claude Frallo), Herbert Heyes (Captain Phoebus), Carey Lee (Paquette), Alice Gale, John Webb Dillon, Louis Dean, etc.
1917 – LES MISERABLES
Realização: Frank Lloyd (EUA)
Intérpretes: William Farnum (Jean Valjean), Hardee Kirkland (Javert), Gretchen Hartman (Fantine), George Moss, Kittens Reichert, Jewel Carmen, Harry Springler, Dorothy Bernard, Anthony Phillips, etc.
1918 – DER KÖNIG AMÜSIERT SICH (LE ROI S'AMUSE)
Realização: Jacob Fleck, Luise Fleck (Austria)
Intérpretes: Liane Haid (Rigolettos Tochter), Hermann Benke (Rigoletto),
Karl Ehmann, Wilhelm Klitsch, Eduard Sekler, etc.
1918 – LES TRAVAILLEURS DE LA MER
Realização: André Antoine, Léonard Antoine (França)
Intérpretes: Andrée Brabant, Philippe Garnier, Marc Gérard, Romuald Joubé, Armand Tallier, etc.
116 minutos (restaurada 95 minutos).
1918 - MARION DELORME
Realização: Henry Krauss (França)
Intérpretes: Jean Worms (Didier), Armand Tallier (Saverny), Pierre Renoir (Louis XIII), Alcover (Laffemas), Nelly Cormon (Marion), Berthe Jalabert.
83 minutos.
1919 – THE TOILERS (LES TRAVAILLEURS DE LA MER)
Realização: Tom Watts (Inglaterra)
Intérpretes: Manora Thew (Rose), George Dewhurst (Jack), Gwynne Herbert, Ronald Colman, Eric Barker, John Corrie, Mollie Terraine, etc.
1921 – QUATREVINGT-TREIZE
Realização: Albert Capellani, André Antoine, Léonard Antoine (França, 1914-1921)
Intérpretes: Henry Krauss, Paul Capellani, Max Charlier, Philippe Garnier, etc.
170 minutos.
1922 – ESMERALDA (THE HUNCHBACK OF NOTRE DAME)
Realização: Edwin J. Collins (Inglaterra)
Intérpretes: Sybil Thorndike (Esmeralda), Booth Conway (Quasimodo), Arthur Kingsley (Phoebus), Annesley Healy, etc.
1922 – LES MISERABLES
(Inglaterra)
Intérpretes: Lyn Harding (Jean Valjean), etc.
1922 – TENSE MOMENTS FROM GREAT PLAYS (THE HUNCHBACK OF NOTRE DAME) (excerto "ESMERALDA")
Realização: Edwin J. Collins, H.B. Parkinson, etc. (Inglaterra)
Intérpretes: Booth Conway (Gloucester/Quasimodo), Sybil Thorndike (Esmeralda) (episódio "Esmeralda")
1922 – TENSE MOMENTS WITH GREAT AUTHORS (LES MISERABLES) (excerto "LES MISERABLES")
Realização: H.B. Parkinson, W. Courtney Rowden, etc. (Inglaterra)
Intérpretes: Lyn Harding (Jean Valjean) (episódio "Les Miserables")
1923 – THE HUNCHBACK OF NOTRE DAME (NOTRE DAME DE PARIS)
Realização: Wallace Worsley (EUA)
Intérpretes: Lon Chaney (Quasimodo), Patsy Ruth Miller (Esmeralda), Norman Kerry, Kate Lester, Winifred Bryson, Nigel De Brulier, Brandon Hurst, Ernest Torrence, Tully Marshall, etc.
93 minutos.
1923 – TOILERS OF THE SEA (LES TRAVAILLEURS DE LA MER)
Realização: Roy William Neill (EUA, Itália)
Intérpretes: Lucy Fox (Hélène), Holmes Herbert (Sandro), Horace Tesseron (Capitão Jean), Dell Cawley (Capitão André), Lucius Henderson, etc.
1925 – LES MISERABLES
Realização: Henri Fescourt (França)
Intérpretes: Gabriel Gabrio (Jean Valjean), Paul Jorge (Monsigneur Myriel), Sandra Milovanoff (Fantine/Cosette), Andrée Rolane (Cosette), Jean Toulout (Javert), François Rozet (Marius), Paul Guidé, Charles Badiole, etc.
495 minutos.
1928 – THE MAN WHO LAUGHS (L'HOMME QUI RIT)
Realização: Paul Leni (EUA)
Intérpretes: Conrad Veidt (Gwynplaine), Mary Philbin (Dea), Olga Baclanova (Josiana), Josephine Crowell (Rainha Anne), George Siegmann (Dr. Hardquanonne), Brandon Hurst, Sam De Grasse, Stuart Holmes, etc.
110 minutos.
1934 – LES MISERABLES
Realização: Raymond Bernard (França)
Intérpretes: Harry Baur (Jean Valjean/M. Madeleine/Champmathieu/M. Fauchelevent), Charles Vanel (Javert), Paul Azaïs (Grantaire), Max Dearly (M. Gillenormand), Charles Dullin (Thenardier), Émile Genevois (Gavroche), Henry Krauss, Georges Mauloy, Lucien Nat, Jean Servais, etc.
305 minutos.
1935 – LES MISERABLES
Realização: Richard Boleslawski (EUA)
Intérpretes: Fredric March (Jean Valjean/Champmathieu), Charles Laughton (Inspector Javert), Rochelle Hudson (Cosette), Florence Eldridge (Fantine), John Beal, Frances Drake, Ferdinand Gottschalk, Jane Kerr, Marilyn Knowlden, Cedric Hardwicke, etc.
108 minutos.
1936 - LUCRÈCE BORGIA
Realização: Abel Gance (França)
Intérpretes: Edwige Feuillère (Lucrèce Borgia), Gabriel Gabrio (César Borgia), Roger Karl (Papa), etc.
95 minutos.
1936 – TOILERS OF THE SEA (LES TRAVAILLEURS DE LA MER)
Realização: Selwyn Jepson (Inglaterra)
Intérpretes: Andrews Engelmann (Capt. Clubin), Cyril McLaglen (Gilliatt), Wilson Coleman (Lethierry), Ian Colin (Peter Caudray), William Dewhurst, Mary Lawson, Walter Sondes, etc.
83 minutos.
1937 – GAVROSH (LES MISERABLES)
Realização: Tatyana Lukashevich (URSS)
76 minutos.
1939 – THE HUNCHBACK OF NOTRE DAME (NOTRE-DAME DE PARIS)
Hunchback of Notre Dame, The (1939)
Realização: William Dieterle (EUA)
Intérpretes: Charles Laughton (Quasimodo), Cedric Hardwicke (Frollo), Thomas Mitchell (Clopin), Maureen O'Hara (Esmeralda), Edmond O'Brien (Gringoire), Alan Marshal, Walter Hampden, Harry Davenport, Katharine Alexander, etc.
116 minutos.
1941 – IL RE SI DIVERTE
Realização: Mario Bonnard (Itália)
Intérpretes: Michel Simon (Rigoletto), María Mercader (Gilda), Paola Barbara (Marquesa di Cosse), Rossano Brazzi (Francesco I), Franco Coop, Doris Duranti, Marcello Giorda, Juan de Landa, Loredana, etc.
92 minutos.
1943 – LOS MISERABLES
Realização: Fernando A. Rivero (México)
Intérpretes: Domingo Soler (Jean Valjean), Manolita Saval, (Cosette), Andrés Soler (Thenadier), Emma Roldán, Antonio Bravo, David Silva, Margarita Cortés, etc.
1944 – EL BOASSA (LES MISERABLES)
Realização: Kamal Selim (Egipto)
Miserables, Les (1944)
1944 – EL REY SE DIVIERTE
Rey se divierte, El (1944)
Realização: Fernando de Fuentes (México)
Intérpretes: Ángel Di Stefani, Manuel Dondé, Edmundo Espino, Sara Guasch, Emilia Guiú, Ramón G. Larrea, Federico Mariscal, Carlos Martínez Baena, José Elías Moreno, Tomás Perrín, Salvador Quiroz, Humberto Rodríguez, et.
1946 – RIGOLETTO
Rigoletto (1946)
Realização: Carmine Gallone (Itália)
Intérpretes: Tito Gobbi (Rigoletto), Marcella Govoni (Gilda), Lina Pagliughi (Gilda), Mario Filippeschi (Duque de Mantua), Anna Maria Canale (Maddalena), Giulio Neri, Giuseppe Varni, Marcello Giorda, Roberto Bruni, Virgilio Gottardi, etc.
1947 – I MISERABILI (LES MISERABLES)
Realização: Riccardo Freda (Itália)
Intérpretes: Gino Cervi (Jean Valjean), Valentina Cortese (Fantine/Cosette), Aldo Nicodemi (Marius), Hans Hinrich (Javert), Gabriele Ferzetti, Andreina Pagnani, Duccia Giraldi, Marcello Mastroianni, Luigi Pavese, etc.
140 minutos.
1948 – RUY BLAS
Realização: Pierre Billon (França) (adaptação de Jean Cocteau)
Intérpretes: Jean Marais (Ruy Blas), Danielle Darrieux (Rainha Maria de Espanha), Marcel Herrand (Don Salluste de Bazan), Gilles Quéant (Duque de Alba), Jone Salinas, Paul Amiot, Gabrielle Dorziat, Giovanni Grasso, Jacques Berlioz, Pierre Magnier, etc.
98 minutos.
1950 – RE MIZERABURU: KAMI TO AKUMA
Realização: Daisuke Itô, Masahiro Makino (Japão)
Intérpretes: Sessue Hayakawa
1952 - LUCRECE BORGIA
Realização: Christian-Jaque (França)
Intérpretes: Martine Carol (Lucrèce Borgia), Pedro Armendariz (César Borgia), Massimo Serrato (Alphonse d'Aragon), etc.
120 minutos.
1952 – LES MISERABLES
Realização: Lewis Milestone (EUA)
Intérpretes: Michael Rennie (Jean Valjean), Debra Paget (Cosette), Robert Newton (Javert), Sylvia Sidney (Fantine), Cameron Mitchell (Marius), Edmund Gwenn, Elsa Lanchester, James Robertson Justice, Joseph Wiseman, Rhys Williams, etc.
105 minutos.
1953 – LA GIOCONDA (ANGELO, TYRAN DE PADOUE)
Realização: Giacinto Solito (Itália)
Intérpretes: Paolo Carlini, Alba Arnova, Attilio Dottesio, Virginia Loy, Vera Silenti, Peter Trent, Vittorio Vaser, etc.
1953 – SEA DEVILS (LES TRAVAILLEURS DE LA MER)
Realização: Raoul Walsh (EUA)
Intérpretes: Yvonne De Carlo (Droucette), Rock Hudson (Gilliatt), Maxwell Reed (Rantaine), Denis O'Dea (Lethierry), Michael Goodliffe, Byan Forbes, Jacques B. Brunius, Ivor Barnard, Arthur Wontner, Gérard Oury, etc.
91 minutos.
1956 – NOTRE DAME DE PARIS
Realização: Jean Delannoy (França, Itália)
Intérpretes: Gina Lollobrigida (Esmeralda), Anthony Quinn (Quasimodo), Jean Danet (Capitão Phoebus de Chateaupers), Alain Cuny (Claude Frollo), Robert Hirsch (Gringoire), Danielle Dumont, Philippe Clay, Maurice Sarfati, Jean Tissier, Valentine Tessier, Jacques Hilling, Jacques Dufilho, etc. 115 minutos.
1957 – LES MISERABLESRealização: Jean-Paul Le Chanois (França, Alemanha, Itália)
Intérpretes: Jean Gabin (Jean Valjean/Champmathieu), Bernard Blier (Javert), Bourvil (Thenardier), Danièle Delorme (Fantine), Béatrice Altariba .(Cosette), Gianni Esposito (Marius Pontmercy), Silvia Monfort (Eponine), Elfriede Florin (La Thenardier), Serge Reggiani (Enjolras), etc.
217 minutos.
1957 – NANBANJI NO SEMUSHI-OTOKO (NOTRE DAME DE PARIS)
Nanbanji no semushi-otoko (1957)
Realização: Torajiro Saito (Japão)
Intérpretes: Achako Hanabishi, Naitoshi Hayashi, Tamao Nakamura, Shunji Sakai, Kyu Sazanka, etc.
78 minutos.
1958 – OS MISERAVEIS (LES MISERABLES) Série de TV
"Miseráveis, Os" (1958)
(Brasil)
Intérpretes: Débora Duarte (Cosette), et.
1964 – I MISERABILI Série de TV
Realização: Sandro Bolchi (Itália)
Intérpretes: Tino Carraro, Giulia Lazzarini, Gastone Moschin, etc.
1962 – QUATRE-VINGT-TREIZE TV
Realização: Alain Boudet (França)
Intérpretes: Michel Etcheverry (Marquês de Lantenac), Jean Mercure (Cimourdain), Pierre Michaël (Gauvain), Loleh Bellon (La Flécharde), Jacques Dynam, Yves Arcanel, Julien Guiomar, Jean Saudray, etc.
115 minutos.
1966 – L’UOMO CHE RIDE ou L’HOMME QUI RIT
Realização: Sergio Corbucci (França, Itália)
Intérpretes: Jean Sorel (Astorre/Angelo), Lisa Gastoni (Lucretia Borgia), Ilaria Occhini (Dea), Edmund Purdom (Caesar Borgia), Linda Sini, Gianni Musi, Nino Vingelli, Gino Pernice, Ferdinando Poggi, Livia Contardi, Adriano Cornelli, Pierre Clémenti, John Bartha, Dom Moor, et.
101 minutos.
1966 - MARIE TUDOR
Realização: Abel Gance (França)
Intérpretes: Françoise Christophe (Marie Tudor), Pierre Massimi (Fabian), Marc Cassot (Gilbert), Lucien Raimbourg (Joshua), Michel de Ré (Simon Renard, Henri VIII), Bernard Dheran (Dudley), etc.
200 minutos (1ª parte: « Le Secret des Talbot », 1h 40 – 2ª parte: « Justice est faite », 1h 40)
1967 – LES MISERABLES Série de TV
(Inglaterra)
50 minutos. (10 episódios)
1967 – OS MISERÁVEIS (LES MISÉRABLES) Série de TV
(Brasil)
Intérpretes: Leonardo Villar (Jean Valjean), Otávio Augusto, Esmeralda Barros, Sadi Cabral, Maria Isabel de Lizandra (Cosette), Laura Cardoso, Rubens Correia, Raul Cortez, Geraldo Del Rey, Serafim Gonzalez, Ivone Hoffman, Leina Krespi, Cacilda Lanuza, etc.
1967 - MARION DELORME
Realização: Jean Kerchbron (França)
Intérpretes: Françoise Fabian (Marion Delorme), Giani Esposito (Didier), Roland Dubillard (Louis XIII), Jean-François Poron (le marquis de Savern).
112 minutos.
1971 - L’HOMME QUI RIT
Realização: Jean Kerchbron (França)
Intérpretes: Xavier Depraz (Ursus), Éric Damain (Gwymplaine enfant),
Philippe Bouclet (Gwymplaine adulte), Delphine Desyeux (Déa), Juliette Villard (la duchesse Josiane), etc.
232 minutos (1ª parte: Les Comprachicos 74’ – 2ª parte: Les Grands de ce monde, 71’ – 3ª parte: Par ordre du roi, 87’).
1971 - LA FOLIE DES GRANDEURS
Realização: Gérard Oury (França, Espanha, Itália, Alemanha)
Intérpretes: Louis de Funès (Don Salluste), Yves Montand (Blaze), Alberto Mendoza (Rei), Karin Schubert (Rainha), Gabriele Tinti (Don Cesar), etc.
113 minutos.
1972 - RUY BLAS
Realização: Raymond Rouleau (França)
Intérpretes: François Beaulieu (Ruy Blas), Paul-Émile Deiber (Don Salluste), Jean Piat (Don César de Bazan), Claude Winter (la reine), Denise Gence (la duègne), etc.
133 minutos.
1972 – LES MISERABLES Série de TV
Realização: Marcel Bluwal (França)
Intérpretes: Georges Géret (Jean Valjean), Nicole Jamet (Cosette), François Marthouret (Marius), Bernard Fresson (Javert), Alain Mottet (Thénardier), Micha Bayard (La Thénardier), Jean-Luc Boutté, Lucien Nat, Alain Dorval, Mario Pecqueur, Jean-Marie Robain, Jean-Pierre Sentier, etc.
(1ª parte: La Masure Gorbeau; 2ª parte: l’Epopée de la rue Saint-Denis)
245 minutos.
1976 - HERNANI
Realização: Raymond Rouleau (França) (Mise en scène: Robert Hossein)
Intérpretes: François Beaulieu (Hernani), Geneviève Casile (Dona Sol), Jacques Toja (Don Ricardo), Nicolas Silberg (Don Carlos), Jean-François Remi (Don Ruy Gomez de Silva). Etc.
15 minutos.
1976 - TORQUEMADA (TORQUEMADA, Teatro, 1882)
Realização: Jean Kerchbron (França)
Intérpretes: Jean Martin (Torquemada), François Chaumette (le roi),
Michel Vitold (le marquis de Fuentes), Pieral (Gucho), Claude Genia (la reine).
110 minutos.
1977 – THE HUNCHBACK OF NOTRE DAME (NOTRE-DAME DE PARIS) TV
Realização: Alan Cooke (Inglaterra)
Intérpretes: Kenneth Haigh (Claude Frollo), Warren Clarke (Quasimodo), Michelle Newell (Esmeralda), Christopher Gable (Pierre), David Rintoul (Jehan), Richard Morant (Phoebus), Hetty Baynes, Ruth Goring, Tony Caunter, Liz Smith, John Ratcliff, etc.
1977 – LUCREZIA BORGIA (TV)
Realização: John Charles (Australia )
Intérpretes: Joan Sutherland (Lucrecia), Robert Allman (Don Alfonso), Josephine Bermingham (Princesa Negrone), Robin Donald (Jeppo Liberotto), Margreta Elkins, Graeme Ewer, Lamberto Furlan, John Germain, Neville Grave, Ron Stevens, etc.
140 minutos.
1977 - COSETTE (LES MISERABLES)
Realização: Arnolde Bourovs (URSS)
(Filme de animação, realizado com bonecas)
9 minutos.
1978 – LES MISERABLES TV
Realização: Glenn Jordan (Inglaterra, EUA)
Intérpretes: Richard Jordan (Jean Valjean), Anthony Perkins (Javert), Caroline Langrishe (Cosette), Christopher Guard (Marius), Angela Pleasence (Fantine), Ian Holm (Thenardier), Claude Dauphin (Bispo Myriel), John Gielgud, Cyril Cusack, Flora Robson, Celia Johnson, etc.
150 minutos.
1981 – RIGOLETTO TV
Realização: Brian Large (Itália)
Intérpretes: Vicenzo Bello (Duque de Mantua), Garbis Boyagian (Rigoletto), Gigliola Caputi (Giovanna), Alida Ferrarini (Gilda), Bruno Grella (Marullo), Carlo Manganotti (Borsa), Franca Mattiucci (Magdalena), Carlo Meliciani, Orazio Mori, Antonio Zerbini, etc.
110 minutos.
1982 – ERNANI TV
Realização: Preben Montel (Itália)
Intérpretes: Plácido Domingo (Ernani), Renato Bruson (Don Carlo), Nicolai Ghiaurov (Don Ruy Gomez de Silva), Mirella Freni (Elivira), Joranda Michieli (Giovanna), Gianfranco Manganotti (Don Riccardo), Alfredo Giacometti (Jago), etc.
138 minutos.
1982 – THE HUNCHBACK OF NOTRE DAME (NOTRE-DAME DE PARIS) TV
Realização: Michael Tuchner (Inglaterra)
Intérpretes: Anthony Hopkins (Quasimodo), Derek Jacobi (Dom Claude Frollo), David Suchet (Clopin Trouillefou), Gerry Sundquist (Pierre Gringoire), Tim Pigott-Smith (Philippe), John Gielgud, Robert Powell, Lesley-Anne Down, Nigel Hawthorne, etc.
150 ou 102 minutos.
1982 – LES MISERABLESRealização: Robert Hossein (França)
Intérpretes: Lino Ventura (Jean Valjean/M. Madeleine), Michel Bouquet (Inspector Javert), Jean Carmet (Thenardier), Evelyne Bouix (Fantine), Christiane Jean (Cosette), Frank David (Marius), Candice Patou (Eponine), Françoise Seigner (La Thenardier), Louis Seigner (Monseigneur Myriel), Paul Préboist (Fauchelevent), Fernand Ledoux (Guillenormand), Emmanuel Curtil (Gavroche), Hervé Furic (Enjolras), Corinne Dacla (Azelma), Valentine Bordelet
187 minutos.
1982 – RIGOLETTO (LE ROI S'AMUSE)
Realização: Jean-Pierre Ponnelle (Alemanha Ocidental)
Intérpretes: Ingvar Wixell (Rigoletto/Monterone), Edita Gruberova (Gilda), Luciano Pavarotti (Duque de Mantova), Ferruccio Furlanetto (Sparafucile), Victoria Vergara (Maddalena), Fedora Barbieri, Bernd Weikl, Roland Bracht, Louis Otey, Kathleen Kuhlmann, Rémy Corazza, etc.
128 minutos.
1982 – RIGOLETTO TV
Realização: John Michael Phillips (Inglaterra)
Intérpretes: John Rawnsley (Rigoletto), Marie McLaughlin (Gilda), Arthur Davies (Duque de Mantova), John Tomlinson (Spalafucile), Jean Rigby (Maddalena), Terry Jenkins, Myrna Moreno, Seam Rea, Mark Richardson, Malcolm Rivers, etc.
130 minutos.
1983 – ERNANI TV
Realização: Kirk Browning (EUA)
Intérpretes: Luciano Pavarotti (Ernani), Leona Mitchell (Donna Elvira), Ruggero Raimondi (Don Ruy Gomez de Silva), Sherrill Milnes (Don Carlos), Charles Anthony, Richard Vernon, Jean Craft, etc.
142 minutos.
1983 - ESMERALDA
Realização: Catherine Duytsche (França)
Intérpretes: Jean-Paul Zennacker (vagabundo), Laure Sabardin (Esmeralda), Virginie Arzul (Petite Esmeralda), etc.
12 minutos.
1985 - LETTRE (Chansons des Rues et des Bois – antologia de poemas, 1865)
Realização: Jean-Denis Robert (França)
Intérpretes: Catherine Houssay (Juliette), Bruno Arnoult (Victor), Alain Laugénie (autor)
4 minutos.
1985 – LES MISERABLES TV
Realização: Robert Hossein (França)
Intérpretes: Lino Ventura (Jean Valjean), Michel Bouquet (Inspecteur Javert), Jean Carmet (Thénardier), Jean-Pierre Bernard (Advogado), Paul Préboist (Fauchelevent), Françoise Seigner (La Thénardier), Valentine Bordelet, Evelyne Bouix (Fantine), Emmanuel Curtil (Gavroche), Corinne Dacla (Azelma), Frank David (Marius), Catherine Di Rigo, Hervé Furic (Enjolras), Christiane Jean (Cosette), Bernard Dumaine, René Dupré, Georges Lycan, Armand Mestral, Martine Pascal, Candice Patou, Louis Seigner, Arlette Thomas, etc.
1986 - GAVROCHE
Realização: Irina Gourvitch (URSS)
(Desenho animado, segundo um episódio de Les Miserables)
18 minutos.
1987 – DÍAS DIFÍCILES
Realização: Alejandro Pelayo (México)
Intérpretes: Beatriz Aguirre (Dona Amalia Castelar), Fernando Balzaretti (Ricardo Castelar), Blanca Guerra (Luisa Castelar), Sonia Olhovich, Alejandro Parodi, Luis Manuel Pelayo, etc.
1987 - LA CONSCIENCE (antologia de poemas: La Légende des siècles, 1859)
Realização: Pierre Veck (Pierre Vexliard)
(animação) série «Textos Sagrados»
4 minutos.
1988 – LA GIOCONDA (ANGELO, TYRANT OF PADUA) TV
(Espanha)
Intérpretes: Grace Bumbry (Gioconda), Fiorenza Cossotto (Laura), Viorica Cortez (Cega), Ermanno Mauro (Enzo), Ivo Vinco (Alvise), Matteo Manuguerra, Vicenç Esteve, Alfredo Heilbron, Stefano Palatchi, Jesús Castillón,
Música: Amilcare Ponchielli.
1988 - QASIMODO D'EL PARIS
Realização: Patrick Timsit (França)
Intérpretes: Patrick Timsit (Quasimodo), Richard Berry (Frollo), Mélanie Thierry (Agnès/Esméralda), Vincent Elbaz (Phoebus).
100 minutos.
1989 – RIGOLETTO (LE ROI S'AMUSE) TV
(Espanha)
Intérpretes: Alfredo Kraus (Duque de Mantua), John Rawnsley (Rigoletto), Patricia Wise (Gilda), Miguel A. Zapater (Sparafucille), Eleonora Jankovic (Maddalena), Lola Casariego (Giovanna), etc.
Música: Giuseppe Verdi (Ópera "Rigoletto")
1993 – MEST SHUTA (LE ROI S'AMUSE)
Realização: Boris Blank (Rússia)
Intérpretes: Boris Moiseyev, Kakhi Kavsadze, Vyacheslav Razbegayev, Nikolai Dobrynin, Aleksandr Domogarov, Yekaterina Golubeva, Olga Koposova, Aleksandr Zuyev, Yevgeni Platokhin, Aleksandr Chutko, Vitali Varganov, Irina Otiyeva, Dmitri Arbuzov, Aleksandr Ternovsky, etc.
80 minutos.
1995 – LES MISERABLES IN CONCERT (LES MISERABLES)
Realização: John Caird, Trevor Nunn (Inglaterra)
Intérpretes: Colm Wilkinson (Jean Valjean), Philip Quast (Javert), Ruthie Henshall (Fantine), Jenny Galloway (Madame Thenardier), Alun Armstrong (Thenardier), Lea Salonga (Eponine), Michael Ball (Marius), Michael Maguire, Judy Kuhn, Anthony Crivello, David Bardsley, Keith Burns, Matt Cammelle, Hannah Chick, Nick Holder, Takeshi Kaga, Beverley Klein, Darryl Knock, Steven Matthews, Craig Pinder, Peter Polycarpou, Jérôme Pradon, Adam Searles, Mike Sterling, Tony Timberlake, etc.
1995 – LES MISERABLES ou LES MISERABLES DU VINGTIEME SIECLERealização: Claude Lelouch (França)
Intérpretes: Jean-Paul Belmondo (Henri Fortin/Jean Valjean), Michel Boujenah (ndré Ziman), Alessandra Martines (Elise Ziman), Salome (Ziman), Annie Girardot (Thénardière 1942), Philippe Léotard (Thénardier 1942), Clémentine Célarié (Catherine/Fantine), Philippe Khorsand (polícia/Javert), Ticky Holgado (Kind Hoodlum), Rufus (Thénardier 1830/1990), Nicole Croisille (Thénardière 1830/1990), William Leymergie (Toureiffel), Jean Marais (Mgr Myriel), Micheline Presle (Madre Superiora), Darry Cowl (livreiro), etc.
175 minutos.
1996 – THE HUNCHBACK OF NOTRE DAME (NOTRE-DAME DE PARIS)
Realização: Gary Trousdale, Kirk Wise (EUA) animação
Intérpretes (vozes): Tom Hulce (Quasimodo), Demi Moore (Esmeralda), Tony Jay (Juiz Claude Frollo), Kevin Kline (Capitão Phoebus), Paul Kandel, Jason Alexander, Charles Kimbrough, Mary Wickes, David Ogden Stiers, Heidi Mollenhauer, etc.
91 minutos.
1996 - NOTRE-DAME DE PARIS
Realização: André Flederick (França)
Bailado com coreografia de: Rolland Petit (Opéra National de Paris)
86 minutos.
1997 – THE HUNCHBACK (NOTRE-DAME DE PARIS) TV
Realização: Peter Medak (EUA, Hungria)
Intérpretes: Mandy Patinkin (Quasimodo), Richard Harris (Dom Frollo), Salma Hayek (Esmeralda), Edward Atterton (Gringoire), Benedick Blythe (Phoebus), Nigel Terry (Rei Luis), Jim Dale (Clopin), Trevor Baxter, Vernon Dobtcheff, Nickolas Grace, Matthew Sim, Cassie Stuart, Gabi Fon, Michael Mehlmann, Olga Antal, etc.
98 minutos.
1998 – LES MISERABLES
Realização: Bille August (EUA, Inglaterra)
Intérpretes: Liam Neeson (Jean Valjean), Geoffrey Rush (Inspector Javert), Uma Thurman (Fantine), Claire Danes (Cosette), Hans Matheson (Marius), Reine Brynolfsson (Capitão Beauvais), Peter Vaughan (bispo), Christopher Adamson (Bertin), Tim Barlow, Timothy Bateson, Veronika Bendová, David Birkin, Patsy Byrne, Kathleen Byron, Václav Chalupa, 159 minutos.
1999 – NOTRE-DAME DE PARIS
Realização: Gilles Amado (França, Grécia)
Intérpretes: Hélène Ségara (Esmeralda), Daniel Lavoie (Frollo), Bruno Pelletier (Gringoire), Garou (Quasimodo), Patrick Fiori (Phoebus), Luck Mervil (Clopin), Julie Zenatti (Fleur-de-Lys), etc.
150 minutos
1999 – QUASIMODO D'EL PARIS (NOTRE-DAME DE PARIS)
Realização: Patrick Timsit (França)
Intérpretes: Patrick Timsit (Quasimodo), Richard Berry (Frollo), Mélanie Thierry (Esméralda/Agnes), Vincent Elbaz (Phoebus), Didier Flamand, Patrick Braoudé, Axelle Abbadie, Dominique Pinon, Albert Dray, Doud, Nicola Pepe, Tess Indycki, François Levantal, Franck Monier, Noëlle Musart, etc . 100 minutos.
2000 – LES MISÉRABLES ou GEFANGENE DES SCHICKSALS Série de TV
Realização: Josée Dayan
Intérpretes: Gérard Depardieu (Jean Valjean), Christian Clavier (Thénardier), John Malkovich (Javert), Virginie Ledoyen (Cosette), Enrico Lo Verso (Marius), Charlotte Gainsbourg (Fantine), Asia Argento (Éponine Thénardier), Veronica Ferres (Madame Thénardier), Jeanne Moreau (Mère Inocente), Giovanna Mezzogiorno (Soeur Simplice), Vadim Glowna (Fauchelevent), Steffen Wink (Enjolras), Léopoldine Serre (Cosette, criança), Jérôme Hardelay (Gavroche), Michel Duchaussoy (Lenormand), etc.
4 episódios de 90 minutos cada.
DOCUMENTÁRIOS SOBRE A VIDA E OBRA DE VICTOR HUGO
1951 - VICTOR HUGO
Realização: Yvonne Gerber, Roger Leenhardt (França)
Produção: Les Films du Compas / 38 minutos
1952 - PAGES D’EXIL
Realização: André Zwobada (França)
Produção: Doc / 23 minutos
1962 - ICI A SOUFFLE L’ESPRIT
Realização: Henri Champetier (França)
Produção: SNPC / 13 minutos.
1964 - VICTOR HUGO
Realização: Anthony M. Roland (França)
Produção: Les Films de Saturne / 14 minutos
1965 - VICTOR HUGO IMAGIER DE L’OMBRE
Realização: Max-Pol Fouchet (França) (Terre des Arts)
Produção: INA (ORTF) / 80 minutos
1966 - VICTOR HUGO, LES CONTEMPLATIONS, LIVRE V ET VI
Realização: Éric Rohmer (França) (para a televisão escolar)
Produção: Institut pédagogique national / 21 minutos
1966 - DESSINS ET MERVEILLES
Realização: Nelly Kaplan (França)
Produção: Cythère films / 13 minutos.
1968 - VICTOR HUGO – LE RHIN
Realização: Yves Thaler, Christian Pouillon (França)
Produção: Les Productions de Touraine / 11 minutos
1969 - VICTOR HUGO, POETE EN MARCHE
Realização:: Pierre Gavarry (França)
Produção: Institut pédagogique national / 30 minutos
1969 - EXIL DE VICTOR HUGO A GUERNESEY
(Chronique de France n° 42) (França)
Produção: Pathé / 270 minutos.
1969 - LEOPOLDINE
Realização: Georges Rebillard (França)
Produção: Films Georges Rebillard / 12 minutos
1969 - QUATRE-VINGT-TREIZE
(Les Cent livres) Emissão de Claude Santelli et Françoise Verny
Realização: Claude Santelli (França)
Intérpretes: Suzanne Flon, Pierre Mondy, Pierre Fresnay, Jean Guehenno
Produção: INA (ORTF) / 32 minutos
1974 - VICTOR HUGO, HOMME DE L’OUEST
Realização: André de Beaumont (França); Emissão: Gilbert Prouteau
Com a colaboração de Jean-Claude Bouillaud, Michèle Dormoy, Robert Dullier, Françoise Maroilles, Jeanine Samson, Jean Topart, Jean Negroni.
Produção: INA (ORTF) / 52 minutos
1969 - VICTOR HUGO ARCHITECTE
Realização: Éric Rohmer (França) (para a televisão esvolar)
Produção : Institut pédagogique national /25 minutos.
1977 - JERSEY – GUERNESEY - VICTOR HUGO EN EXIL
Realização: Jean Lefait (França)
Produção: Les Films du Chevain / 13 minutos
1985 - VICTOR HUGO – JULIETTE DROUET : CORRESPONDANCE
(FRANÇA, 1985), 56’, COULEUR
(Lire c’est vivre)
Émission de : Pierre Dumayet
Realização: Roland Coste (França)
Produção: INA (A2) / 56 minutos
1988 - MARINE TERRACE
Realização: Michel Pamart (França)
Produção: Musée d’Orsay, La Sept, Square Productions / 16 minutos
2001 - BERNARD CHAMBAZ A LA RECHERCHE DE VICTOR HUGO
Realização: M. Paintault (França)
Produção: CNDP, La Cinquième / 12 minutos.
FICÇÕES QUE EVOCAM O AUTOR OU A SUA FAMÍLIA
1975 - HISTOIRE D’ADELE H.
Realização: François Truffaut (França)
Intérpretes: Isabelle Adjani (Adèle Hugo), Bruce Robinson (tenente Pinson), Sylvia Mariott (Madame Saunders), Joseph Blatchley (Whistler)
(adaptação de «Journal d'Adèle Hugo», de France S. Guille)
95 minutos.
1898 - LUMIERE : SCENES A TRANSFORMATIONS :
Rostos de Pateur, Lesseps, Alexandre Dumas, Victor Hugo, Zola
Realização: desconhecido (França)
Menos de 1minutos.
1898 - LUMIERE : SCENES A TRANSFORMATIONS :
Victor Hugo e principais personagens de Les Misérables
Realização: desconhecido (França)
Menos de 1minutos
1994 - NAN VA SHER
(Pain et poésie)
Realização: Kiumars Poorahmad (Irão)
Intérpretes: M. Bagherbeigi, P. Yazdanian, J. Sadri, M. Maleki, M. A. Miandari
Produção: Instituto para o desenvolimento intelectual das crianças – Irão
91 minutos
1968 - OSHIBA ONORE DE BALZAKA ou "HONORE DE BALZAC ERROR" (La Faute d’Honoré de Balzac)
Realização: Timophey Levtchouk (URSS)
(com uma sequência em que Victor Hugo aparece como personagem)
100 minutos
1988 - LA REVOLUTION DE VICTOR HUGO
(FRANÇA, 1988), 51', COULEUR
(versão reduzida de "Victor Hugo et la Révolution")
Realização: Jacqueline Margueritte (França) (para a televisão escolar)
51 minutos
1985 - VICTOR HUGO ET LA REVOLUTION
(primeira versão de "La Révolution de Victor Hugo")
Realização: Jacqueline Margueritte(França) (pour la télévision scolaire)
Production : Centre de documentation pédagogique (CNDP)
Intérpretes: Charles Gonzales (Hernani, Ruy Blas, o velho, Gauvain, a voz de Victor Hugo), Michel Prud'homme (Don Carlos), Jean-Claude Demory (o cronista), Dominique Bernard (Monsieur de Saint Vallier), Jacques-Henri Fabre (François 1er), Roland Lacoste (Triboulet), Marc Berman (Alexandre Weill), Jean-Marie Fertey (padre), Bertrand Liebert (jovem, Gavroche), Philippe Nahon (Cimourdain), etc.
86 minutos.
1977 - YULIA VREVSKAYA (Julie Vrevska)
Realização: Nicolas Korabov (URSS, Bulgária)
(com uma sequência em que Victor Hugo aparece como personagem)
Scénario et adaptation : Nicolas Korabov, Semyon Lungin
Production: Boyara Films (Bulgarie) ; Mosfilm (Russie) ; Zaigralni Films
Intérpretes: Lyudmila Savelyeva, Stefan Danailov, Yuri Yakovlev, Regimantas Adomaitis, Vladimir Ivashov
139 minutos.
Intérpretes: Jean-Paul Belmondo (Henri Fortin/Jean Valjean), Michel Boujenah (ndré Ziman), Alessandra Martines (Elise Ziman), Salome (Ziman), Annie Girardot (Thénardière 1942), Philippe Léotard (Thénardier 1942), Clémentine Célarié (Catherine/Fantine), Philippe Khorsand (polícia/Javert), Ticky Holgado (Kind Hoodlum), Rufus (Thénardier 1830/1990), Nicole Croisille (Thénardière 1830/1990), William Leymergie (Toureiffel), Jean Marais (Mgr Myriel), Micheline Presle (Madre Superiora), Darry Cowl (livreiro), etc.
175 minutos.
1996 – THE HUNCHBACK OF NOTRE DAME (NOTRE-DAME DE PARIS)
Realização: Gary Trousdale, Kirk Wise (EUA) animação
Intérpretes (vozes): Tom Hulce (Quasimodo), Demi Moore (Esmeralda), Tony Jay (Juiz Claude Frollo), Kevin Kline (Capitão Phoebus), Paul Kandel, Jason Alexander, Charles Kimbrough, Mary Wickes, David Ogden Stiers, Heidi Mollenhauer, etc.
91 minutos.
1996 - NOTRE-DAME DE PARIS
Realização: André Flederick (França)
Bailado com coreografia de: Rolland Petit (Opéra National de Paris)
86 minutos.
1997 – THE HUNCHBACK (NOTRE-DAME DE PARIS) TV
Realização: Peter Medak (EUA, Hungria)
Intérpretes: Mandy Patinkin (Quasimodo), Richard Harris (Dom Frollo), Salma Hayek (Esmeralda), Edward Atterton (Gringoire), Benedick Blythe (Phoebus), Nigel Terry (Rei Luis), Jim Dale (Clopin), Trevor Baxter, Vernon Dobtcheff, Nickolas Grace, Matthew Sim, Cassie Stuart, Gabi Fon, Michael Mehlmann, Olga Antal, etc.
98 minutos.
1998 – LES MISERABLES
Realização: Bille August (EUA, Inglaterra)
Intérpretes: Liam Neeson (Jean Valjean), Geoffrey Rush (Inspector Javert), Uma Thurman (Fantine), Claire Danes (Cosette), Hans Matheson (Marius), Reine Brynolfsson (Capitão Beauvais), Peter Vaughan (bispo), Christopher Adamson (Bertin), Tim Barlow, Timothy Bateson, Veronika Bendová, David Birkin, Patsy Byrne, Kathleen Byron, Václav Chalupa, 159 minutos.
1999 – NOTRE-DAME DE PARIS
Realização: Gilles Amado (França, Grécia)
Intérpretes: Hélène Ségara (Esmeralda), Daniel Lavoie (Frollo), Bruno Pelletier (Gringoire), Garou (Quasimodo), Patrick Fiori (Phoebus), Luck Mervil (Clopin), Julie Zenatti (Fleur-de-Lys), etc.
150 minutos
1999 – QUASIMODO D'EL PARIS (NOTRE-DAME DE PARIS)
Realização: Patrick Timsit (França)
Intérpretes: Patrick Timsit (Quasimodo), Richard Berry (Frollo), Mélanie Thierry (Esméralda/Agnes), Vincent Elbaz (Phoebus), Didier Flamand, Patrick Braoudé, Axelle Abbadie, Dominique Pinon, Albert Dray, Doud, Nicola Pepe, Tess Indycki, François Levantal, Franck Monier, Noëlle Musart, etc . 100 minutos.
2000 – LES MISÉRABLES ou GEFANGENE DES SCHICKSALS Série de TVRealização: Josée Dayan
Intérpretes: Gérard Depardieu (Jean Valjean), Christian Clavier (Thénardier), John Malkovich (Javert), Virginie Ledoyen (Cosette), Enrico Lo Verso (Marius), Charlotte Gainsbourg (Fantine), Asia Argento (Éponine Thénardier), Veronica Ferres (Madame Thénardier), Jeanne Moreau (Mère Inocente), Giovanna Mezzogiorno (Soeur Simplice), Vadim Glowna (Fauchelevent), Steffen Wink (Enjolras), Léopoldine Serre (Cosette, criança), Jérôme Hardelay (Gavroche), Michel Duchaussoy (Lenormand), etc.
4 episódios de 90 minutos cada.
DOCUMENTÁRIOS SOBRE A VIDA E OBRA DE VICTOR HUGO
1951 - VICTOR HUGO
Realização: Yvonne Gerber, Roger Leenhardt (França)
Produção: Les Films du Compas / 38 minutos
1952 - PAGES D’EXIL
Realização: André Zwobada (França)
Produção: Doc / 23 minutos
1962 - ICI A SOUFFLE L’ESPRIT
Realização: Henri Champetier (França)
Produção: SNPC / 13 minutos.
1964 - VICTOR HUGO
Realização: Anthony M. Roland (França)
Produção: Les Films de Saturne / 14 minutos
1965 - VICTOR HUGO IMAGIER DE L’OMBRE
Realização: Max-Pol Fouchet (França) (Terre des Arts)
Produção: INA (ORTF) / 80 minutos
1966 - VICTOR HUGO, LES CONTEMPLATIONS, LIVRE V ET VI
Realização: Éric Rohmer (França) (para a televisão escolar)
Produção: Institut pédagogique national / 21 minutos
1966 - DESSINS ET MERVEILLES
Realização: Nelly Kaplan (França)
Produção: Cythère films / 13 minutos.
1968 - VICTOR HUGO – LE RHIN
Realização: Yves Thaler, Christian Pouillon (França)
Produção: Les Productions de Touraine / 11 minutos
1969 - VICTOR HUGO, POETE EN MARCHE
Realização:: Pierre Gavarry (França)
Produção: Institut pédagogique national / 30 minutos
1969 - EXIL DE VICTOR HUGO A GUERNESEY
(Chronique de France n° 42) (França)
Produção: Pathé / 270 minutos.
1969 - LEOPOLDINE
Realização: Georges Rebillard (França)
Produção: Films Georges Rebillard / 12 minutos
1969 - QUATRE-VINGT-TREIZE
(Les Cent livres) Emissão de Claude Santelli et Françoise Verny
Realização: Claude Santelli (França)
Intérpretes: Suzanne Flon, Pierre Mondy, Pierre Fresnay, Jean Guehenno
Produção: INA (ORTF) / 32 minutos
1974 - VICTOR HUGO, HOMME DE L’OUEST
Realização: André de Beaumont (França); Emissão: Gilbert Prouteau
Com a colaboração de Jean-Claude Bouillaud, Michèle Dormoy, Robert Dullier, Françoise Maroilles, Jeanine Samson, Jean Topart, Jean Negroni.
Produção: INA (ORTF) / 52 minutos
1969 - VICTOR HUGO ARCHITECTE
Realização: Éric Rohmer (França) (para a televisão esvolar)
Produção : Institut pédagogique national /25 minutos.
1977 - JERSEY – GUERNESEY - VICTOR HUGO EN EXIL
Realização: Jean Lefait (França)
Produção: Les Films du Chevain / 13 minutos
1985 - VICTOR HUGO – JULIETTE DROUET : CORRESPONDANCE
(FRANÇA, 1985), 56’, COULEUR
(Lire c’est vivre)
Émission de : Pierre Dumayet
Realização: Roland Coste (França)
Produção: INA (A2) / 56 minutos
1988 - MARINE TERRACE
Realização: Michel Pamart (França)
Produção: Musée d’Orsay, La Sept, Square Productions / 16 minutos
2001 - BERNARD CHAMBAZ A LA RECHERCHE DE VICTOR HUGO
Realização: M. Paintault (França)
Produção: CNDP, La Cinquième / 12 minutos.
FICÇÕES QUE EVOCAM O AUTOR OU A SUA FAMÍLIA
1975 - HISTOIRE D’ADELE H.
Realização: François Truffaut (França)
Intérpretes: Isabelle Adjani (Adèle Hugo), Bruce Robinson (tenente Pinson), Sylvia Mariott (Madame Saunders), Joseph Blatchley (Whistler)
(adaptação de «Journal d'Adèle Hugo», de France S. Guille)
95 minutos.
1898 - LUMIERE : SCENES A TRANSFORMATIONS :
Rostos de Pateur, Lesseps, Alexandre Dumas, Victor Hugo, Zola
Realização: desconhecido (França)
Menos de 1minutos.
1898 - LUMIERE : SCENES A TRANSFORMATIONS :
Victor Hugo e principais personagens de Les Misérables
Realização: desconhecido (França)
Menos de 1minutos
1994 - NAN VA SHER
(Pain et poésie)
Realização: Kiumars Poorahmad (Irão)
Intérpretes: M. Bagherbeigi, P. Yazdanian, J. Sadri, M. Maleki, M. A. Miandari
Produção: Instituto para o desenvolimento intelectual das crianças – Irão
91 minutos
1968 - OSHIBA ONORE DE BALZAKA ou "HONORE DE BALZAC ERROR" (La Faute d’Honoré de Balzac)
Realização: Timophey Levtchouk (URSS)
(com uma sequência em que Victor Hugo aparece como personagem)
100 minutos
1988 - LA REVOLUTION DE VICTOR HUGO
(FRANÇA, 1988), 51', COULEUR
(versão reduzida de "Victor Hugo et la Révolution")
Realização: Jacqueline Margueritte (França) (para a televisão escolar)
51 minutos
1985 - VICTOR HUGO ET LA REVOLUTION
(primeira versão de "La Révolution de Victor Hugo")
Realização: Jacqueline Margueritte(França) (pour la télévision scolaire)
Production : Centre de documentation pédagogique (CNDP)
Intérpretes: Charles Gonzales (Hernani, Ruy Blas, o velho, Gauvain, a voz de Victor Hugo), Michel Prud'homme (Don Carlos), Jean-Claude Demory (o cronista), Dominique Bernard (Monsieur de Saint Vallier), Jacques-Henri Fabre (François 1er), Roland Lacoste (Triboulet), Marc Berman (Alexandre Weill), Jean-Marie Fertey (padre), Bertrand Liebert (jovem, Gavroche), Philippe Nahon (Cimourdain), etc.
86 minutos.
1977 - YULIA VREVSKAYA (Julie Vrevska)
Realização: Nicolas Korabov (URSS, Bulgária)
(com uma sequência em que Victor Hugo aparece como personagem)
Scénario et adaptation : Nicolas Korabov, Semyon Lungin
Production: Boyara Films (Bulgarie) ; Mosfilm (Russie) ; Zaigralni Films
Intérpretes: Lyudmila Savelyeva, Stefan Danailov, Yuri Yakovlev, Regimantas Adomaitis, Vladimir Ivashov
139 minutos.



